Nós Apoiamos

Projetos Sociais que a Brasil Educare - Cursos e Concursos apoia

A Brasil Educare – Cursos e Concursos, acredita que investir em educação é um dos principais meios de elevar o homem.  Além disso, apoiamos algumas instituições não governamentais que estão relacionadas abaixo.

Se você puder contribuir, assim como nós, basta entrar em contato com alguma (as) destas instituições, que não contam com o apoio do governo, para desenvolvimento de sues projetos filantrópicos.

É muito fácil ajudar, lembre-se que você pode ser a mudança que deseja ver no mundo.

Conheça as causas que nós apoiamos e seja você também um dos patrocinadores, que desejam mudar a vida de crianças, jovens, adolescentes e idosos.

Brasil Educare – Cursos e Concursos, levando educação e amparo social aqueles que precisam.


01.Obras Sociais Irmã Dulce
Logomarca Obras Sociais Irmã Dulce – (Bahia)

As Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) nasceram no dia 26 de maio de 1959, tendo como sua fundadora a freira baiana Irmã Dulce, conhecida como o Anjo Bom do Brasil. A instituição é fruto da trajetória de amor e serviço e da persistência da religiosa que peregrinou durante mais de uma década em busca de um local para abrigar pobres e doentes recolhidos das ruas de Salvador. As raízes da OSID datam de 1949, quando a Irmã, sem ter para onde ir com 70 doentes, pediu autorização a sua superiora para abrigar os enfermos em um galinheiro situado ao lado do Convento Santo Antônio. O episódio fez surgir a tradição de que o maior hospital da Bahia nasceu a partir de um simples galinheiro.
Atualmente, a entidade filantrópica abriga um dos maiores complexos de saúde 100% SUS do país, com cerca de 4 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano a usuários do Sistema Único de Saúde, idosos, pessoas com deficiência e com deformidades craniofaciais, pacientes sociais, pessoas em situação de rua, usuários de substâncias psicoativas e crianças e adolescentes em situação de risco social. A organização conta com um perfil de serviços único no país, distribuídos em 21 núcleos que prestam assistência à população de baixa renda nas áreas de Saúde, Assistência Social, Pesquisa Científica, Ensino em Saúde, Educação e na preservação e difusão da história de sua fundadora.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site: https://www.irmadulce.org.br


01.Hopsital Aristides Maltez
Logomarca Hospital Arisitides Maltez – (Bahia)

O sofrimento da mulher baiana portadora de câncer do colo uterino, que por falta de condições dos hospitais da época, padecia nas praças e nos passeios públicos, fez  o Professor Aristides Maltez, titular da cátedra de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Bahia, envidar seus máximos esforços junto a sociedade baiana para criar um Instituto de Câncer. Os primeiros passos foram dados na manhã ensolarada de um domingo, 13 de dezembro de 1936, no Hospital Santa Izabel, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia quando, com 52 abnegados companheiros, fundou a Liga Bahiana Contra o Câncer, a segunda entidade, em todo o Brasil, com o propósito de  lutar  contra a doença.

Árduos foram os momentos que se seguiram para alcançar o objetivado, até que em 1939, o médico foi chamado a realizar uma intervenção cirúrgica delicada no Interventor do Estado da Bahia, Landulpho Alves de Almeida. Brilhante cirurgião, a intervenção realizada pelo Prof. Maltez foi coroada de pleno êxito. Embora pressionado pelo Interventor, o cirurgião recusou-se peremptoriamente a receber seus honorários. Lançou, então, o desafio: “se alguma coisa queira V.Exª fazer por mim, faça pelos cancerosos carentes e ajude-nos a completar os recursos que a Liga Bahiana Contra o Câncer possui, para a construção do Instituto de Câncer da Bahia”. Asssim, o Interventor Landulpho Alves determinou a emissão de bônus do Tesouro Estadual no valor de $103,50 contos de reis que se juntaram aos $196,50 contos de reis obtidos em campanhas através de quermesse, chás e outras atividades sociais da época.

Os recursos conseguidos permitiram adquirir a Chácara Boa Sorte, no bairro de Brotas, onde, em 20 de outubro de 1940, foi lançada a pedra fundamental do Instituto de Câncer da Bahia. Na ocasião, o Prof. Aristides Maltez enfatizou o seu compromisso com os carentes e os desvalidos, ao destacar, em seu discurso: “A semente do carvalho está lançada. A sua sombra não será, porém, mais para mim, servirá, sim, para dar abrigo aos cancerosos pobres da Bahia”.

O Prof. Maltez, infelizmente, não pode ver a sua obra concluída, pois faleceu em janeiro de 1943. Seus companheiros, num justo preito de gratidão e reconhecimento, resolveram dar o nome de “Hospital Aristides Maltez” ao Instituto de Câncer da Bahia, ora em construção. O hospital foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1952, sendo o primeiro hospital na especialidade – tratamento do câncer – no Brasil, atuando até o presente, sem jamais ter deixado de funcionar um único dia sequer. O hospital só foi concluído em 1984, pelo apoio decisivo do governador Antonio Carlos Magalhães.

O Hospital Aristides Maltez, que começou a funcionar com 15 leitos, possui hoje 218, dos quais 10 da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) humanizada e 18 da Unidade de Oncologia Pediátrica. Tem um movimento diário de 3.000 pessoas em seus ambulatórios, com uma clientela 100% de pacientes do SUS. Atende praticamente todos os municípios da Bahia e de estados vizinhos, como Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Pará, Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais. Realiza uma média de 3.200.000 procedimentos anuais.

Desde a data de sua inauguração e durante o correr dos anos, foram grandes as dificuldades, as lutas e os obstáculos encontrados, vencidos, embora, passo a passo, graças ao empenho de seus dirigentes, a exemplo de Antônio Maltez, Carlos Maltez e Aristides Maltez Filho, liderando seguidores do ideal do Prof. Aristides Maltez.

O Hospital Aristides Maltez atinge, na atualidade, uma posição de inquestionável destaque no cenário nacional na luta contra o câncer, tendo se tornado um centro de excelência, rigorosamente dentro do preceituado pelo seu fundador, Prof. Aristides Maltez: a atenção às pessoas carentes.

O Hospital Aristides Maltez é um símbolo de amor ao próximo, da filantropia nacional, e goza de um elevado conceito junto à comunidade.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site: http://www.lbcc.org.br


03. Medicos Sem Fronteiras
Logomarca Médicos Sem Fronteiras – (Brasil)

Médicos sem Fronteiras ou Médecins  sans  Frontières (MSF) é uma organização internacional, não governamental e sem fins lucrativos que oferece ajuda médica e humanitária a populações em situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização não governamental de ajuda humanitária do mundo, na área da saúde.

MSF proporciona também ações de longo prazo, na ajuda a refugiados, em casos de conflitos prolongados, instabilidade crônica ou após a ocorrência de catástrofes naturais ou provocadas pela ação humana. A organização foi criada com a ideia de que todas as pessoas têm direito a tratamento médico, e que essa necessidade é mais importante do que as fronteiras nacionais (com base na tese do direito de ingerência humanitária).

MSF recebeu o Nobel da Paz de 1999, como reconhecimento do seu combate em favor da ingerência humanitária. Atualmente, a organização atua em mais de 70 países e tem como presidente a Dra Joanne Liu.
Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site: http://www.msf.org.br


04. UNICEF
Logomarca UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância – (Brasil)

Fundo das Nações Unidas para a Infância

Assegurar que cada criança e cada adolescente tenha seus direitos humanos integralmente cumpridos, respeitados e protegidos é a principal missão do Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF.

Criado em 1946 para ajudar a reconstruir os países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial, o UNICEF passou a atuar em outras nações quatro anos depois. Hoje, está presente em 191 países.

Em 1950, o UNICEF chegou ao Brasil e, desde então, trabalha em parceria com governos municipais, estaduais e federal, sociedade civil, grupos religiosos, mídia, setor privado e outras organizações internacionais, incluindo agências das Nações Unidas, para defender os direitos de meninas e meninos brasileiros.

No decorrer dessas décadas, o UNICEF tem atuado junto com o País nas conquistas alcançadas no campo dos direitos da infância. Esteve lado a lado do Brasil na luta contra a poliomielite, que teve o último registro de ocorrência em 1989; lutou junto com as mulheres para que lhes fosse garantido o direito a amamentar seus ?lhos; ajudou o governo brasileiro a criar o seu primeiro programa de merenda escolar; colaborou com a redução das mortes por diarreia, com a promoção do uso do soro caseiro; e, nos últimos anos, está apoiando o País a reduzir as disparidades regionais no Semiárido, Amazônia e comunidades populares dos centros urbanos.

O UNICEF uniu sua voz à dos brasileiros para a redação e aprovação do artigo 227 da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente – que mudaram o marco legal dos direitos da infância no Brasil.

Esteve junto com o parlamento brasileiro, o governo e a sociedade para a aprovação da Lei 9.534/97, que tornou gratuito o Registro Civil de nascimento para todos os brasileiros.

O UNICEF promoveu ainda ações pela aprovação da Emenda Constitucional número 59, que tornou obrigatório o ensino dos 4 aos 17 anos e também garantiu mais recursos para a educação. Vitórias importantes para a Educação neste País, que contaram com o apoio do UNICEF desde o começo das discussões.

Em todos esses anos de atuação, o UNICEF acompanhou também as modificações pelas quais o Brasil passou: de um país dependente de tecnologia e de recursos para uma nação que enfrenta crises econômicas e que se transforma em referência no mundo. De um país com pequena participação social nas decisões públicas para um país que é exemplo de democracia e de participação popular.

Essas transformações mudaram a forma de cooperação entre o UNICEF e o governo brasileiro. Hoje, a atuação do UNICEF busca contribuir para a construção de políticas públicas que reduzam as disparidades; aproximar e articular parcerias; desenvolver capacidades e difundir e divulgar tecnologias sociais e boas práticas; e produzir e disseminar conhecimentos em centros de pesquisas e universidades, fazendo com que os gestores e a sociedade trabalhem por resultados concretos na vida das crianças e dos adolescentes.

Portanto, o UNICEF cumpre seu papel com responsabilidade, garantindo a transparência de suas ações e desenvolvendo seu programa baseado em pesquisas e dados atualizados, que permitem conhecer a realidade das crianças e dos adolescentes no País.

O UNICEF tem ainda como prioridade promover a participação cidadã de adolescentes em suas famílias, comunidades e nos espaços e políticas que lhes dizem respeito, bem como ajudar no enfrentamento da discriminação racial e étnica.

O UNICEF mobiliza recursos e experiências de diferentes atores sociais para ajudar a garantir os direitos das crianças e adolescentes. A organização realiza, por exemplo, parcerias estratégicas com o setor corporativo, contribuindo para colocar a causa da infância e da adolescência no “DNA” das empresas.

Por meio de ações conjuntas com sociedade e governos, o UNICEF atua com compromisso e determinação para garantir uma vida melhor para cada criança e cada adolescente no Brasil.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site:  http://www.unicef.org.br


05. AACD
Logomarca Associação de Assistência à Criança Deficiente – (Brasil)

Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD – é uma organização de natureza privada brasileira, sediada na cidade de São Paulo, que não visa lucros em seu esforço para zelar pela terapêutica, regeneração e por uma nova integração de crianças, jovens e adultos com deficiência física na sociedade.

Ela foi criada pelo médico Roberto da Costa Bonfim, especializado em ortopedia, no ano de 1950. Ao realizar um estágio na área de Ortopedia Infantil nos EUA, ele se encantou com os centros de reabilitação existentes neste país. O ortopedista voltou para o Brasil trazendo em sua bagagem o sonho de aí estabelecer uma organização com a mesma qualidade da que conhecera na América do Norte.

Assim, em 1950, unido a outros sonhadores, Bonfim fundou a AACD. Atualmente esta instituição está disseminada por vários pontos do país. Além da sede, há outros centros em Osasco, Recife, Porto Alegre, Uberlândia e Nova Iguaçu. A partir de 1962 ela passou a fabricar várias espécies de próteses, órteses e demais complementos.

Na AACD são tratadas pessoas portadoras de paralisia cerebral, lesão na medula, mielomeningoceles – má formação congênita na coluna vertebral da criança -, problemas vasculares, escolioses – desvios da coluna para a direita e para a esquerda -, acidente vascular cerebral, traumas cranianos e na região encefálica, consequências de um surto de poliomielite, e também aqueles que sofreram amputações dos membros inferiores e superiores.

Esta organização depende de doações e do trabalho voluntário para sobreviver. Em 17 de maio de 1998 foi criado o Teleton brasileiro, uma campanha televisiva que tem como meta captar fundos para socorrer e amparar pacientes que não podem pagar por uma assistência médica decente. Com a ajuda deste programa, a AACD já conseguiu criar mais cinco núcleos de reabilitação.

A entidade também conta com o Fundo Pró-Infância da AACD, baseado no Artigo 260 do Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 -, que tem o mesmo objetivo do Teleton, do qual se distingue por intensificar a velocidade do atendimento às pessoas necessitadas de sua contribuição.

Qualquer pessoa física ou jurídica pode igualmente ser um doador, auxiliando estes pacientes com o valor que lhe for mais acessível, o qual será deduzido do Imposto de Renda. Este donativo poderá ser anual ou distribuído em várias vezes ao longo do ano. A escolha é de cada um.

Graças ao auxílio dos primeiros contribuintes, a AACD, que inicialmente estava alojada em dois sobrados alugados, localizados na Rua Barão de Piracicaba, em São Paulo, viu se concretizar o sonho de inaugurar seu primeiro centro terapêutico, em um espaço concedido pela Prefeitura, na Rua Ascendino Reis. Criado em 1963, continua ativo, no mesmo local. É fundamental também o voluntariado, ramificado por quase todas as esferas desta organização, desde a administração da entidade, na qual atuam empresários voluntários, até os setores mais singelos.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site: https://aacd.org.br

 


06. APAE SALVADOR
Logomarca APAE – Salvador (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Salvador)

Em 3 de outubro de 1968, um grupo de pais, preocupados com o atendimento as crianças com deficiência intelectual, decidiu juntar-se e formar uma associação. Tendo à frente o engenheiro Genes de Almeida Barbosa, esse grupo fundou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae Salvador. Com sede provisória funcionando no antigo Instituto Pedagógico da Bahia, na Praça Almeida Couto, a Apae contou com a valiosa colaboração do médico Luiz Fernando Pinto, que também integrava a primeira diretoria.

Somente em maio de 1970, a Apae Salvador conseguiu alugar a sua primeira sede, um imóvel localizado na Rua Visconde de Caravelas, 168, Itapagipe. Naquela época, pouco se podia fazer, já que a Instituição estava dando apenas os seus primeiros passos. Em outubro do ano seguinte, a Apae iniciou seus trabalhos na área pedagógica. Com o auxílio da assistente social Maria Joaquina Neves e da professora Gildália Passos, 20 alunos começaram a receber orientação especializada.

A partir daí, a Apae desenvolveu-se e agigantou-se, sem perder de vista a sua proposta de despertar na consciência da comunidade a importância do atendimento ao deficiente. Em 1978, apesar da falta de recursos, com a ajuda da Secretaria do Trabalho foi inaugurado o primeiro centro de profissionalização. Dirigido a adolescentes, o centro começou a funcionar na Rua Lélis Piedade, 58, com trabalhos voltados para a área de marcenaria.

Nesta longa caminhada, a Apae contou com valiosas colaborações como a do Lions e do Rotary, que promoveram festivais, desfiles, chás e feiras para arrecadar recursos para a ampliação do atendimento. Na década de 80, a instituição viveu momentos de grandes transformações. Com a ajuda do General Gustavo Rego Reis, então comandante da 6ª Região Militar, um dos padrinhos mais dedicados que a Apae já conheceu, em um trabalho conjunto com o governador Antonio Carlos Magalhães, conseguiu a doação de uma casa, na avenida Jequitaia, para a instalação da sede da Associação, que passou a atender, nesse período, 90 crianças.

Em janeiro de 87, já de posse de um terreno doado pelo ex-prefeito Fernando Wilson Magalhães, a Apae iniciou a construção da sua nova sede na Pituba. Formou-se, então, um grande mutirão, do qual participaram órgãos públicos, empresas e a comunidade, para que, em 20 de outubro de 1989, a nova sede fosse inaugurada.

Com duas unidades, a Apae pode dividir melhor suas atividades. Nas instalações da Pituba, foram colocados o Centro Educacional Especializado (Ceduc), para alunos de 2 a 16 anos, a Administração, o Centro de Estudos e Difusão de Tecnologia (Cedit), o Laboratório de Análises Clínicas (Labac) e o Centro Médico (Cemed). O prédio da Jequitaia passou a funcionar como o Centro de Formação e Acompanhamento Profissional (Cefap), destinado aos aprendizes a partir dos 16 anos. Hoje, a Apae conta também com mais seis imóveis alugados, onde funcionam o Centro de Diagnóstico e Pesquisa (Cedip), o Clube das Mães, a segunda unidade do Laboratório de Análises Clínicas (Labac), uma unidade para os serviços de RPG e Pilates e o anexo que abriga serviços de Fisioterapia (estimulação precoce e terapia ocupacional), uma área de lazer e o Núcleo de Apoio às Mães do Cedip.

Hoje, a Apae tem em sua estrutura física os seguintes núcleos:
Centro de Formação e Acompanhamento Profissional, que é patrimônio tombado e cedido pelo governo do estado. Sede própria na Pituba, onde funciona o Centro Educacional Especializado (Ceduc), a Administração, o Centro de Difusão e Tecnologia (Cedit), o Laboratório de Análises Clínicas (Labac) e o Centro Médico (Cemed). Uma casa alugada onde funciona o “Espaço de Convivência”, que é a casa que abriga as mães dos alunos nos dois períodos. Uma casa do Centro de Diagnóstico e Pesquisa (Cedip), onde são realizados os “Testes do Pezinho”. Uma casa que abriga os Serviços de Fisioterapia, o espaço das mães das crianças atendidas no Teste do Pezinho. Uma casa específica para atendimento dos pacientes do SUS do Laboratório de Análises Clínicas e apoio ao Serviço de Referência em Triagem Neonatal, um imóvel que abriga a nova unidade do Laboratório de Análises Clínicas, e um andar no prédio comercial que abriga os serviços de RPG, Pilates, Exames Posturais e Avaliação Uroginecológica.

A Apae Salvador presta serviço de educação e saúde à 771 alunos e aprendizes do Ceduc e do Cefap diretamente, além de oferecer refeições, materiais escolares e uniformes. As famílias são igualmente atendidas em todos os programas da Instituição. Nessas quatro décadas, a Apae Salvador vem contribuindo decisivamente para a inclusão das pessoas com deficiência intelectual na sociedade, fomentando debates para a consolidação dos seus direitos, e atuando na prevenção e tratamento de doenças que podem levar à deficiência intelectual.

O objetivo da Instituição continua sendo o mesmo: atender a pessoa com deficiência intelectual com serviços de qualidade e o firme propósito de torná-lo cidadão.

A atual estrutura organizacional da Apae Salvador possui oito Gerências, lideradas por uma Superintendente Executiva que se reporta à Diretoria Executiva. Os recursos financeiros que permitem a execução das atividades da Instituição são provenientes dos atendimentos na área de saúde, por intermédio do SUS, particular e convênios, além de doações da sociedade civil, realização de cursos, subvenções e convênios com instituições do poder público.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Salvador é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que tem a finalidade de prestar assistência integral às pessoas com deficiência intelectual. Para manter a sua atividade fim, a instituição oferece diversos serviços à comunidade que propiciam a sua viabilidade econômica. Os recursos arrecadados com os serviços são revertidos para o atendimento a pessoa deficiente carente.

Na sua estrutura a Apae mantém o Centro Educacional e o Centro de Formação e Acompanhamento Profissional, o Centro Médico, o Laboratório de Análises Clínicas, o Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o Centro de Estudos e Difusão de Tecnologia, e a Central de Doações, além dos programas especiais: Grupo Pais Apoio e o Programa do Voluntariado.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site:  http://www.apaesalvador.org.br


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Logomarca Fundação Dorina Nowill para Cegos. (Brasil)

A história da Fundação Dorina Nowill para Cegos se mistura com a história de vida de sua fundadora, Dorina de Gouvêa Nowill. Aos 17 anos Dorina perdeu a visão por uma enfermidade até hoje não identificada. Apesar disso, conseguiu completar seus estudos e se formar a primeira professora cega do Brasil. Percebendo a carência de livros acessíveis em português, criou, com a ajuda de amigas, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que iniciou suas atividades há mais de 70 anos, em São Paulo.

Ao longo dos anos Dorina foi uma importante defensora dos direitos da pessoa com deficiência e a Fundação para o Livro do Cego no Brasil se tornou referência na alfabetização e produção de materiais acessíveis em todo o mundo. No começo da década de 1990 Dorina foi homenageada por todo o trabalho de sua vida e a organização que criou passou a levar seu nome.

Hoje a Fundação Dorina se dedica à inclusão social das pessoas com deficiência visual por meio da produção e distribuição gratuita de livros falados, em braile e digitais acessíveis para todo o Brasil. A Fundação Dorina também atende, gratuitamente, mais de 1.200 pessoas com deficiência visual todos os anos, atuando nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Para conhecer mais e abraçar essa causa, visite nosso site:  http://www.fundacaodorina.org.br


 

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